O empoderamento na saúde pela divulgação dos conhecimentos científicos e tecnologias existentes há muito mas escondidas pelo governo oculto.
Followers
Monday, April 27, 2020
NOVA PERSPECTIVA SOBRE O QUE É UM VÍRUS- PARTE 2
UM VÍRUS É UMA INFORMAÇÃO MUITO ELEMENTAR QUE NÃO TEM NÚCLEO, NÃO TEM SISTEMA DIGESTIVO NEM NÚCELO.
Segundo o cientista Aajonus Vonderplanitz eixstem 300 000 vírus no corpo dos seres vivos. E insiste que VÍRUS NÃO SÃO CONTAGIOSOS. Durante o vídeo é-nos explicado que a SIDA, o Herpes, e outras doenças tidas como de origem viral NÃO SÃO TRANSMISSÍVEIS ENTRE SERES HUMANOS.
Explica como os vírus de Sida foram colocados em vacinas contra a hepatite B, e atingiram as comunidades de homosexuais em Nova Iorque, Los Angeles, Houston e S. Francisco. Os homosexuais costumavam ter hepatites devido ao seu abuso de drogas recreativas. daí que a vacinação desencadeou o surto de SIDA.
Quando se soube que o governo estava por detás desta campanha, iniciaram o processo de vacinação noutras cidades e mais tarde colocaram o vírus nas vacinas contra a varíola em África.
Poruque é que o governo britênico e americano doaram 125 milhões de vacinas contra a varíola que correspondem a biliões de dólares se incluirmos o processo de transporte e distribuição local? O que aconteceu? Criou uma catástrofe médica desses países. Estes recorreram ao banco mundial endividando-se deste modo definitivamente. E as únicas pessoas que contrairam a Sida forma as pessoas vacinadas ou as que receberam transfusões snaguíneas.
Não é possível contrair Sida mesmo fazendo sexo anal e sangrando. Por um lado porque se sangra para fora e só existem em média 2 vírus de Sida por ejaculação. Bastam cinco células brancas do sangue para destruir dois vírus.Também como os vírus não são seres vírus eles não se podem reproduzir.
Eles são criados pelo corpo. São solventes como sabão. Os vírus estão por exemplo no muco nasal, e formam camadas de proteínas que são protectoras para que outras substâncias não possam atingir o tecido nasal. Se o tecido nasal for ser danificado por qualquer toxina, cria-se alergia. Por seu turno esta vai fazer com que o corpo produza mais vírus que criam muco nasal. Este vai protejer o tecido porque é constituído por várias camadas de proteínas.
Na en6revista que está a partir dos 11 minutos é-nos descrito que uma gripe é uma desintoxicação bacteriana onde micróbios comem tecido morto resultante de lixo [presume-se de origem celular]. As bactérias podem consumir 50 vezes o seu peo por dia em toxinas e apenas excretam 1 a 5%. O que é uma boa taxa percentual de limpeza.
As gripes ocorrem quando as pessoas estão tão tóxicas que as bactérias já não conseguem limpar as toxinas porque existem substâncias inorgânicas como químicos de pesticidas, fertilizantes, aditivos na comida, pepsi-cola e outras sodas que são apenas de origem química e nada têm a ver com comida. Então estes químicos ao saturarem o corpo, destroem as bactérias o nosso organismo cria então o solvente para dissolver o tecido tóxico. Estes solventes são os vírus e são cerca de 300 000, cada vírus é específico para um determinado tipo de tecido numa célula específica, a fim de que a integridade física da célula não seja destruída. NUNCA acontece que existam 3 tipos de vírus num momento num corpo.
Aos 18 o cientista afirma : A única forma de contrair um vírus, nomeadamente de outro animal é que este tenha sido criado em laboratório e injectado. Tal como a Sida que foi dabricada na UCLA (Universidade da Califórnia) em 1961/62 com o objectivo de criar análises de laboratório para estudar o cancro.
A afirmação dos 18:35 é importante: TODOS OS VÍRUS SÃO BONS VÍRUS.
https://www.youtube.com/watch?time_continue=23&v=s7eyZUu6rTo&feature=emb_title
Sunday, April 5, 2020
NOVA PERSPECTIVA SOBRE O QUE É UM VÍRUS- Parte 1
Esta é uma comunicação do grupo do facebook "Vamos ocupar os meios de comunicação"
IMPORTANTE COMUNICAÇÃO PARA OS MEBROS DO GRUPO.
Estive a ver o vídeo que de seguida posto e que é subscrito, na minha perspectiva, por um dos maiores especialistas no planeta em medicinas alternativas: Clive de Carle. Neste vídeo o investigador explica o seguinte sobre vírus:
1) Vírus são criados no interior de células com algum tipo de dano e são solventes. A sua função é limpar o organismo de substâncias e microrganismos tóxicos. Daí que os vírus sejam sempre detectáveis nas análises de matéria orgânica das pessoas doentes.
2) É ABSOLUTAMENTE impossível que um vírus passe de uma pessoa para outra ou de um animal para uma pessoa, uma vez que os vírus são criados e movem-se exclusivamente nos tecidos biológicos.
3) Os vírus não são seres vivos. Não têm sistema digestivo nem reprodutor. São entidade microscópicas que têm uma determinada informação em ADN, a fim de cumprirem a sua função de limpadores do corpo, protegidos por uma camada de gordura. Vírus dissolvem as toxinas no interior de uma célula. Vírus só causam problemas
se houver muita toxicidade. Tal acontece normalmente quando há problemas de saúde já pré-existentes. Daí que muitos vírus ao criarem muito lixo podem danificar e mesmo matar a célula que os criou. Mas este é outro tipo de mecanismo que não tem a ver com o vírus como entidade que prejudica o organismo
4) A única forma de uma pessoa contrair um vírus que não tenha sido formado no seu corpo é através de uma injecção. (Faz-vos lembrar algum plano em curso= tipo vacinação obrigatória?)
5) Um vírus que surja numa zona do corpo não ataca outras zonas. Isto é, um vírus que surja no fígado não ataca o coração ou os pulmões e vice-versa. Assim um vírus não é transmissível no interior do nosso corpo e também não é transmissível entre pessoa
6) Portanto não é possível ter gripe suína, aviária, ébola, HIV etc. . . a partir do mecanismo proposto pela narrativa oficial.
A razão porque várias pessoas podem criar os mesmo tipos de vírus tem a ver com a infinita sabedoria da natureza que sabe qual o tipo de vírus que deve criar no corpo para produzir o tipo de limpeza necessário.
Esta narrativa é coincidente com a do virologista alemão já aqui publicada, em que os vírus não são causa de doença mas sim consequência.
Também vem corroborar que uma parte dos casos relatados na Itália tenha tido a ver com o seu programa de vacinação obrigatória em Novembro de 2019 conforme artigo aqui também publicado.
Lembremos que as vacinas têm conservantes como o timerosal-- contêm mercúrio -- e portanto o efeito de protecção do organismo que poederiam ter -- se é que têm -- é totalmente abulado pela toxicidade dos conservantes.
Também corrobora a narrativa de David Wilcock, de que o vírus seria muito mortífero quando foi criado em laboratório, mas no terreno demonstrou pouca eficácia. O que se compreende, uma vez que a natureza de um vírus não é matar e infectar mas sim limpar e proteger. Relembremos que os v írus deslocam-se em terreno biológico. Daí que em laboratório pode haver indícios de que muitos vírus injectados artificialmente possam matar umas quantas células, mas na prática tal não acontece
a partir dos 7:4
Monday, January 27, 2020
História da Electromedicina
A História que os poderes que existem conseguiram esconder durante muitos anos.
Nikola Tesla, Raymond Rife e Geoge Lakowsky, Antoine Priore são alguns dos inventores referidos.
Mais recentemente o cientista e inventor da máquina que cura a partir de plasma Theraphi: Dan Winter.
Nikola Tesla, Raymond Rife e Geoge Lakowsky, Antoine Priore são alguns dos inventores referidos.
Mais recentemente o cientista e inventor da máquina que cura a partir de plasma Theraphi: Dan Winter.
Labels:
Antoine Priore,
Dan Winter,
George Lakowsky,
Nikola Tesla,
Raymond Rife,
Theraphi
Sunday, November 3, 2019
Esclarecimento sobre os enrolamentos das bobinas de cobre por mehram Keshe
Esta é uma lição da comunidade Keshe, que existe no canal Kehse Foundation Dºaceship Institue.
O esclarec imento é feito a partir dos 1h36 min.
Não importa se o nrolamento é horário ou anti-horário.
O que importa é que num mesmo reactor exista sempre o mesmo tipo de enrolamento.
Poderão haver problemas se num mesmo reactor existitem enrolamentos com direcções diferentes.
O esclarec imento é feito a partir dos 1h36 min.
Não importa se o nrolamento é horário ou anti-horário.
O que importa é que num mesmo reactor exista sempre o mesmo tipo de enrolamento.
Poderão haver problemas se num mesmo reactor existitem enrolamentos com direcções diferentes.
Como fazer enrolamentos/bobinas de cobre e como fazer o nano-revestimento (Tecnologia Keshe)
Nota- se este assunto é novo para o/a leitor/a, reserve alguns dias para assimilar esta informação.
Fio de cobre 2,5 (presumimos que sejam milímetros.)
Dois enrolamentos/bobines, um no sentido horário e outro anti-horário, ambos com 18 voltas. 1,5 cm de diâmetro.
A soda-cáustica deve ser pura a pelo menos 96% pura. No segundo vídeo é referido de 96 a 99% pura.
Para o nano-revestmento usa soda cásutica, já dissolvida, e um pouco de enxofre
NOTA IMPORTANTE- NUNCA COLOQUE ÁGUA SOBRE SODA CÁUSTICA E NUNCA O CONTRÁRIO. TENHA O CORPO AS MÃOS E OS OLHOS PROTEGIDOS. TENHA VINAGRE PERTO. SE POR ACASO A SODA CÁSUTICA TOCAR NALGUM LOCAL DO CORPO LAVE RAPIDAMENTE COM ÁGUA E IMEDIATAMENTE APLIQUE O VINAGRE.
Em nossa compreensão atirar com as bobinas de cobre para cima da mesa, sujeitá-las a situações de choque pode danificar a nano-coberttura. Também colocar as mãos directamente no cobre pode também danificar a nano-cobertura.
No segundo vídeo o Douglas fabricou o líquido para o nano revestimento com 3 colheres de sopa de soda cáustica e adicionou meia colher de sopa de colorau, num recipiente de plástico de 15 ml. Já vimos de outros vídeos que o plástico ideal é o que tem os números 2 ou 5 no fundo. Adicionou água a ferver e depois tapou com a tampa. O líquido fica em repouso por 24h a partir daí pode usar-se para revestimento.
Neste vídeo é mostrada a peça para fazer o enrolamento de cobre que tem 8 mm de diâmetro. Mas Douglas afirma que pode fazer com 10 ou 12 mm que resulta bem de igual modo.
O número de voltas do enrolamento proposto é de 18, e é um múltiplo de 9. Douglas refere outros múltiplos como 27 ou 54 (2 vídeo a 18:06).
Nota- de acordo com a nossa investigação o que é importante é que o diâmetro do enrolamento e a distância entre as espiras seja constante. Contudo este último factor parece ser aproximado, pois o enrolamento é feito à mão e a regra dada é que as espirais do cobre não se toquem umas às outras.
A bobina anti-horária é colocada no pólo positivo da bateria (vermelho).
A bobina de sentido horário ficará no pólo negativo (preto).
Após os enrolamentos feitos são lavadas em líquido apropriado.
Sugerimos que se use luvas de borracha, limpas, pois deste modo a bobine ficará menos suja e eventualmente preparada já para o nano-revestimento.
Preparam-se logo os terminais das bobinas fazendo um pequeno enrolamento.
As bobinas são colocadas em garrafas de 1L de coca-cola, borrifadas com a soda cáustica, e expostas ao sol. Em cada dia retira-se o excesso de soda cáustica e borrifa-se de novo.
No 3º vídeo Douglas sugere outra fórmula mais específica para o nano-revestimento que será de 20 g de enxofre, 20 de soda cáustica e 400 ml de água. Caso não tenha balança, será aproximadamente 1 colher e meia de sopa de enxofre e 1 colher de soda cáustica. O recipiente que aconselha é vidro ou inox.
A mistura é esmagada no vídeo com um martelo e começa a tornar-se alaranjada.
Ao colocar a água sobre a mistura, colocar logo a tampa por cima para não respirar os vapores resultantes. Esperar 15 mins.
As bobinas de cobre devem ser lavadas em vinagre de modo a desengordurar e retirar algum óxido. Depois devem ser passadas por água corrente, pois se restar algum vinagre na bobina vai alterar o pH da soda cáustica e diminuir o seu efeito.
O 4º vídeo deste post é o mais profissional de todos, o que condensa maior informação em menos tempo.
Ele mostra um contentor grande onde as bobinas a revestir são penduradas em peças de plástico e penduradas numa peça colocada para esse efeito dentro do contentor de plástico.
Cobrir o fundo do contentor com soda cáustica e adicionar um pouco de Hidróxido de Potássio.
Adicionar alguns pedaços de folha de alumínio e do pescoço de uma garrafa de coca-cola.
Colocar a rede alguns centímetros acima da soda cáustica, e colocar os tubos (onde serão suspensas as bobinas). Estas devem ser preparadas previamente estando numa solução de vinagre 30 a 60 minutos, depois retiradas, colocadas em água destilada para lavar e secas. Em alternativa as bobinas podem estar 24h numa solução de soda cáustica.
Coloca-se água a ferver no contentor. No vídeo há um orifício que depois é tapado. A água deve fica um pouco abaixo do nível da rede. O contentor fica ao sol ou próximo de um radiado por uma semana ou duas.
De vez em quando borrifar as bobinas com soda cásutica.
depois disto deve passar uma fraca corrente eléctrica pelas bobinas, que deve percorrer desde a entrada (input) até `saída (output).
Para isso coloca-se o voltímetro a 300 mV.
Retirar com cuidado as bobinas no eixo, e colocar dentro de outro contentor onde foi colocada previamente um porção de água destilada. E devem aí permanecer pelo menos uma semana.
Fio de cobre 2,5 (presumimos que sejam milímetros.)
Dois enrolamentos/bobines, um no sentido horário e outro anti-horário, ambos com 18 voltas. 1,5 cm de diâmetro.
A soda-cáustica deve ser pura a pelo menos 96% pura. No segundo vídeo é referido de 96 a 99% pura.
Para o nano-revestmento usa soda cásutica, já dissolvida, e um pouco de enxofre
NOTA IMPORTANTE- NUNCA COLOQUE ÁGUA SOBRE SODA CÁUSTICA E NUNCA O CONTRÁRIO. TENHA O CORPO AS MÃOS E OS OLHOS PROTEGIDOS. TENHA VINAGRE PERTO. SE POR ACASO A SODA CÁSUTICA TOCAR NALGUM LOCAL DO CORPO LAVE RAPIDAMENTE COM ÁGUA E IMEDIATAMENTE APLIQUE O VINAGRE.
Em nossa compreensão atirar com as bobinas de cobre para cima da mesa, sujeitá-las a situações de choque pode danificar a nano-coberttura. Também colocar as mãos directamente no cobre pode também danificar a nano-cobertura.
No segundo vídeo o Douglas fabricou o líquido para o nano revestimento com 3 colheres de sopa de soda cáustica e adicionou meia colher de sopa de colorau, num recipiente de plástico de 15 ml. Já vimos de outros vídeos que o plástico ideal é o que tem os números 2 ou 5 no fundo. Adicionou água a ferver e depois tapou com a tampa. O líquido fica em repouso por 24h a partir daí pode usar-se para revestimento.
Neste vídeo é mostrada a peça para fazer o enrolamento de cobre que tem 8 mm de diâmetro. Mas Douglas afirma que pode fazer com 10 ou 12 mm que resulta bem de igual modo.
O número de voltas do enrolamento proposto é de 18, e é um múltiplo de 9. Douglas refere outros múltiplos como 27 ou 54 (2 vídeo a 18:06).
Nota- de acordo com a nossa investigação o que é importante é que o diâmetro do enrolamento e a distância entre as espiras seja constante. Contudo este último factor parece ser aproximado, pois o enrolamento é feito à mão e a regra dada é que as espirais do cobre não se toquem umas às outras.
A bobina anti-horária é colocada no pólo positivo da bateria (vermelho).
A bobina de sentido horário ficará no pólo negativo (preto).
Após os enrolamentos feitos são lavadas em líquido apropriado.
Sugerimos que se use luvas de borracha, limpas, pois deste modo a bobine ficará menos suja e eventualmente preparada já para o nano-revestimento.
Preparam-se logo os terminais das bobinas fazendo um pequeno enrolamento.
As bobinas são colocadas em garrafas de 1L de coca-cola, borrifadas com a soda cáustica, e expostas ao sol. Em cada dia retira-se o excesso de soda cáustica e borrifa-se de novo.
No 3º vídeo Douglas sugere outra fórmula mais específica para o nano-revestimento que será de 20 g de enxofre, 20 de soda cáustica e 400 ml de água. Caso não tenha balança, será aproximadamente 1 colher e meia de sopa de enxofre e 1 colher de soda cáustica. O recipiente que aconselha é vidro ou inox.
A mistura é esmagada no vídeo com um martelo e começa a tornar-se alaranjada.
Ao colocar a água sobre a mistura, colocar logo a tampa por cima para não respirar os vapores resultantes. Esperar 15 mins.
As bobinas de cobre devem ser lavadas em vinagre de modo a desengordurar e retirar algum óxido. Depois devem ser passadas por água corrente, pois se restar algum vinagre na bobina vai alterar o pH da soda cáustica e diminuir o seu efeito.
O 4º vídeo deste post é o mais profissional de todos, o que condensa maior informação em menos tempo.
Ele mostra um contentor grande onde as bobinas a revestir são penduradas em peças de plástico e penduradas numa peça colocada para esse efeito dentro do contentor de plástico.
Cobrir o fundo do contentor com soda cáustica e adicionar um pouco de Hidróxido de Potássio.
Adicionar alguns pedaços de folha de alumínio e do pescoço de uma garrafa de coca-cola.
Colocar a rede alguns centímetros acima da soda cáustica, e colocar os tubos (onde serão suspensas as bobinas). Estas devem ser preparadas previamente estando numa solução de vinagre 30 a 60 minutos, depois retiradas, colocadas em água destilada para lavar e secas. Em alternativa as bobinas podem estar 24h numa solução de soda cáustica.
Coloca-se água a ferver no contentor. No vídeo há um orifício que depois é tapado. A água deve fica um pouco abaixo do nível da rede. O contentor fica ao sol ou próximo de um radiado por uma semana ou duas.
De vez em quando borrifar as bobinas com soda cásutica.
depois disto deve passar uma fraca corrente eléctrica pelas bobinas, que deve percorrer desde a entrada (input) até `saída (output).
Para isso coloca-se o voltímetro a 300 mV.
Retirar com cuidado as bobinas no eixo, e colocar dentro de outro contentor onde foi colocada previamente um porção de água destilada. E devem aí permanecer pelo menos uma semana.
Monday, October 14, 2019
Como fabricar ORMUS a partir de sal marinho
ORMUS fabricado com Hidróxido de Sódio (Soda Cáustica)
ORMUS ou ORMES significa Orbital Rearrangmente Monoatomic Elements.
Esta investigação tem sido levada a cabo por historiadores e investigadores alternativos como David Hudson - que cunhou o termo - e Jim Mars entre outros, os quais serão publicados no blogue AQUI.
Alegadamente os elementos monoatómicos existem em toda a vida, mas se tomados como suplemento eles terão grandes capacidades de melhorar e curar o corpo humano, assim como poderem ser fonte de grandes e melhores produções agrícolas.
Nota - se esta matéria é totalmente nov para si, recomendamos que tenha paciência e reserve vários dias para absorver estes conhecimentos.
Este vídeo do mesmo canal é mais curto e tem excelentes conselhos como a qualidade dos plástios usados no processo. O autor aconselho usar recipientes de plástico indicados pelo nº 2 (PEAD = em Inglês HDPE) ou nº 5 (Polipropileno)
Cuidados a ter na fabricação ou compra do ORMUS
O seguinte vídeo de um Novo-Zelandês parece-nos um dos mais precisos que encontrámos e tem algumas estratégias diferentes dos acima. Nomeadamente não aquece água e usa um tubo de borracha e uma seringa para fazer a lavagem do ORMUS, que recomenda fazer á distãncia de 8 horas.
Aí talvez concordemos mais com a versão brasileira que recomenda 12 horas entre cada lavagem, e mexer a fim de separar o precipitado de impurezas como cloreto de sódio e restos de hidróxido de sódio.
Fazemos uma síntese em Português
Ingredientes:
100 g de sal marinho
cerca de meio litro da água
Solução a 15% de soda cáustica e outra a 10%
(estes valores são meramente exemplificativos, cada um pode usar as concentrações qu desejar. Contudo ter uma concentração mais forte e outra mais fraca é um bo estratégia.
Utensílios, jarro de vidro
medidor de pH
tubo de borracha para sugar o líquido na fase de limpeza do ORNUS.
O autor recomenda também que este esteja protegido com folha de alumínio a fim de não apanhar radiação não nativa, o que poderia interferir com o resultado final.
Colocam-se os 100g de sal marinho num recipiente de vidro e dissolver com colher de madeira, ou melhor ainda de vidro. Depois adiciona-se água destilada. Coloca-se o medidor de pH depois de calibrado, e vai-se adicionando soda cáustica (em concentração mais elevada, neste caso 15%). quando o medido de pH chegar ao valor de 10, adiciona-se soda cáustica na menor concentração (neste caso 10%) até atingir um valor de pH de 10.78.
IMPORTANTE- Caso este valor seja ultrapassado pode corrigir-se adicionando algumas gotas de vinagre.
O ORMUS deve depois ser lavado 4 vezes. Para tal despeja-se a Água com o tubo de borracha, sugando o líquido com a boca e criando um desnível em altura. Uma seringa pode coadjuvar o processo. Depois enche-se de novo o recipiente com água destilada. Recomenda que o fça um total de 4 lavagens.
ORMUS ou ORMES significa Orbital Rearrangmente Monoatomic Elements.
Esta investigação tem sido levada a cabo por historiadores e investigadores alternativos como David Hudson - que cunhou o termo - e Jim Mars entre outros, os quais serão publicados no blogue AQUI.
Alegadamente os elementos monoatómicos existem em toda a vida, mas se tomados como suplemento eles terão grandes capacidades de melhorar e curar o corpo humano, assim como poderem ser fonte de grandes e melhores produções agrícolas.
Nota - se esta matéria é totalmente nov para si, recomendamos que tenha paciência e reserve vários dias para absorver estes conhecimentos.
Este vídeo do mesmo canal é mais curto e tem excelentes conselhos como a qualidade dos plástios usados no processo. O autor aconselho usar recipientes de plástico indicados pelo nº 2 (PEAD = em Inglês HDPE) ou nº 5 (Polipropileno)
Cuidados a ter na fabricação ou compra do ORMUS
O seguinte vídeo de um Novo-Zelandês parece-nos um dos mais precisos que encontrámos e tem algumas estratégias diferentes dos acima. Nomeadamente não aquece água e usa um tubo de borracha e uma seringa para fazer a lavagem do ORMUS, que recomenda fazer á distãncia de 8 horas.
Aí talvez concordemos mais com a versão brasileira que recomenda 12 horas entre cada lavagem, e mexer a fim de separar o precipitado de impurezas como cloreto de sódio e restos de hidróxido de sódio.
Fazemos uma síntese em Português
Ingredientes:
100 g de sal marinho
cerca de meio litro da água
Solução a 15% de soda cáustica e outra a 10%
(estes valores são meramente exemplificativos, cada um pode usar as concentrações qu desejar. Contudo ter uma concentração mais forte e outra mais fraca é um bo estratégia.
Utensílios, jarro de vidro
medidor de pH
tubo de borracha para sugar o líquido na fase de limpeza do ORNUS.
O autor recomenda também que este esteja protegido com folha de alumínio a fim de não apanhar radiação não nativa, o que poderia interferir com o resultado final.
Colocam-se os 100g de sal marinho num recipiente de vidro e dissolver com colher de madeira, ou melhor ainda de vidro. Depois adiciona-se água destilada. Coloca-se o medidor de pH depois de calibrado, e vai-se adicionando soda cáustica (em concentração mais elevada, neste caso 15%). quando o medido de pH chegar ao valor de 10, adiciona-se soda cáustica na menor concentração (neste caso 10%) até atingir um valor de pH de 10.78.
IMPORTANTE- Caso este valor seja ultrapassado pode corrigir-se adicionando algumas gotas de vinagre.
O ORMUS deve depois ser lavado 4 vezes. Para tal despeja-se a Água com o tubo de borracha, sugando o líquido com a boca e criando um desnível em altura. Uma seringa pode coadjuvar o processo. Depois enche-se de novo o recipiente com água destilada. Recomenda que o fça um total de 4 lavagens.
Labels:
David Hudson,
Elementos Monoatómicos,
ORMUS
Saturday, October 5, 2019
Mehram Keshe descreve como curar e regenerar membros perdidos, utilizando enrolamentos de cobre
Mehram Keshe descreve como dois enrolamentos de cobre podem curar.Deve mudar-se a orientação do enrolamento que interior, pois ao provocar alterações na orientação dos campos gravíticos-magnéticos exercer efeito curatico. A estrutura é importante que tenha o potencial de criar um plasma esférico.
Os encolamentos são usados em conjunto com uma estrutura magrave que especificaremos mais tarde.
Keshe afirma que se pode construir uma estrutura com vários enrolamentos - 20 refere - que podem estar ao longo do corpo de uma pessoa.
Aos 8:39 Kehse refere que usando a estrutura defronte do membro perdido-- no exemplo uma perna -- esta pode regenerar.
De seguida explica como os enrolamentos devem estar separados e conectados alternadamente, tal como na estrutura magrave.
Aos 8:39 Kehse refere que usando a estrutura defronte do membro perdido-- no exemplo uma perna -- esta pode regenerar.
De seguida explica como os enrolamentos devem estar separados e conectados alternadamente, tal como na estrutura magrave.
Subscribe to:
Posts (Atom)